Cinco reisde gente: romance Aquilino Ribeiro
Idioma: Português Idioma original: Português Detalhes da publicação: Lisboa: Bertrand Editora, 1985.Descrição: 208 pAssunto(s): Sumário: O livro é uma memória dos primeiros anos de vida de autor no qual nos apresenta a sua Beira natal, nomeadamente Sernancelhe, que está bem presente na sua novelística, retratando de forma pitoresca e realista as suas paisagens e personagens. É uma narrativa, que parte de episódios autobiográficos, onde as peripécias vividas em criança são recordadas e que constitui um documento de grande valor para a compreensão da educação e da escola portuguesa nos fins do século XIX. «Aquilino Ribeiro é um dos maiores vultos da nossa cultura e do que tem de melhor a nossa História. Por onde passou deixou marcas e sempre de uma extraordinária relevância… Eis Aquilino Ribeiro. Eis um grande Cidadão. Foram 78 anos de vida, vividos com uma intensidade própria de quem, como diz em Cinco Réis de Gente «sonhava persistentemente, desperto ou a dormir». Da introdução de Jorge Coelho| Biblioteca | Cota | Estado | Data de devolução | Código de barras | Reservas | |
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| Biblioteca do Arquivo Nacional de Cabo Verde Sala de Apoio a Biblioteca | Disponível | 04820 |
O livro é uma memória dos primeiros anos de vida de autor no qual nos apresenta a sua Beira natal, nomeadamente Sernancelhe, que está bem presente na sua novelística, retratando de forma pitoresca e realista as suas paisagens e personagens. É uma narrativa, que parte de episódios autobiográficos, onde as peripécias vividas em criança são recordadas e que constitui um documento de grande valor para a compreensão da educação e da escola portuguesa nos fins do século XIX.
«Aquilino Ribeiro é um dos maiores vultos da nossa cultura e do que tem de melhor a nossa História. Por onde passou deixou marcas e sempre de uma extraordinária relevância… Eis Aquilino Ribeiro. Eis um grande Cidadão.
Foram 78 anos de vida, vividos com uma intensidade própria de quem, como diz em Cinco Réis de Gente «sonhava persistentemente, desperto ou a dormir».
Da introdução de Jorge Coelho
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